Dor de amor

amorAmar dói. Não importa se temos 12, 20 ou 32 anos: continua doendo. Quando amamos e somos correspondidos, cada um reage de uma forma: tem mais ou menos foco no trabalho, sente mais ou menos fome, fica com mais ou menos inspiração para viver. Porém, quando se fala em rejeição, todos sofremos do mesmo jeito: muito. E dolorido.

Com a maturidade, a intensidade do sofrimento pode até diminuir, mas ele continua lá, vivo. O coração ainda chora por histórias que poderiam ter sido. Por ter que começar tudo de novo. Pelo corpo que ainda chama pelo amor não correspondido. Ficamos burros da mesma maneira: mensagens bêbadas no final da noite, choros incontroláveis no banheiro do trabalho, noites mal dormidas e mal sonhadas.

Por outro lado, a maturidade nos dá ferramentas para enfrentar o luto de uma separação de maneira mais leve. Já descobrimos o que nos faz feliz e é a nisso que nos apegamos: edredon e seriados, cinema e amigas, música e cerveja. Sabemos que é melhor ficar longe de vez do dito cujo que insistir em remembers que não levam a lugar nenhum.

E o mais importante: temos cada vez mais amor próprio. Eu te amo, mas me amo mais. Vida que segue.

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3 comentários sobre “Dor de amor

  1. Isabella disse:

    Tem que ter algumas vantagens em se ficar mais velha, né! Até eu que sou romântica e bem boba aprendi a me controlar depois de um tombo, que essas coisas passam. E isso é muito bom!

    • Passam, sim. E vão ficando mais fáceis de lidar com o passar do tempo, apesar de ainda serem doloridas. 😉 Beijocas

  2. Suzana Lima disse:

    Olha bom dia tive depressão pos parto depois de dois meses que meu filho nasceu nao rejeitei ele mais tinha pensamentos de ferir machuca-lo entao fui no psiquiatra e comecei a tomar remédios durante dois anos e meio, meu marido nao aguentou e foi embora a quatro meses parei a medicação por contra própia mora eu e meu filho estava bem cuidando dele ele esta com tres anos e há alguns dias vieram novamente os pensamentos ruins em relação a ele. Sei que amo meu filho jamais vou fazer nada contra ele mais esses pensamentos são angustiantes abandonei a psiquiatra sera que devo voltar lá ne contar pra ela o que está acontecendo comigo. Me ajude quero uma resposta depressão pos parto tem cura esses pensamentos em relação ao filho passam quero criar meu filho ter mais amor por ele.

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